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Mônica Costa
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Tamáscia propõe que gestores devem adaptar-se às mudanças.

O segredo é a gestão, afima Edison Tamáscia

Publicado em 11.07

Apresentando número referentes ao mercado farmacêutico no Brasil, o empresário Edison Tamáscia falou aos empresários das farmácias integrantes da Rede Unifarma, localizadas em Natal, na sexta, 10/07, no auditório do Sebrae.

Segundo Tamáscia, as maiores mudanças no mercado farmacêutico brasileiro ocorreram nos últimos 15 anos, a partir da implantação do Plano Real. Segundo dados da consultoria IMS Health, em 1994, 19.500 farmácias estavam abertas no país. Em 2008, esse número superava 59 mil, o que desmente as versões pessimistas de quebradeira no mercado, na opinião do presidente da Febrafar. "Não podemos negar que empresas fecharam, mas na verdade," afirma "isso comprova que não existe vácuo em economia. O espaço das empresas que fecharam foi ocupado por outras mais competentes na gestão."

Adaptar-se às mudanças e não fugir delas é o modelo proposto por Tamáscia. A criação da Anvisa, em 1999, a alteração na venda de psicotrópicos, em 2007 e a Lei 11.903/2009, que dispõe sobre a rastreabilidade e autenticidade dos medicamentos são apontadas pelo empresário como as mudanças que causaram maior impacto nas farmácias.

Após a palestra, que foi aberta pelo vice presidente da Unifarma, Dejalma Lemos, foi serivo um coquetel aos presentes. A palestra Desafios e Oportunidades da Administração do Varejo Farmacêutico é parte integrante do projeto de capacitação empresarial, desenvolvido pelo Sebrae para as farmácias Unifarma.

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Por Mônica Costa